RÁDIO

terça-feira, 24 de março de 2015

















Poesia narrada: O que estou fazendo se sou cristão?
Autor: Clóvis Amaral

domingo, 8 de março de 2015

DISCUSSÃO DE TEMAS EM PEQUENOS GRUPOS.

Modalidade: Compartilhamento de ideias
Quantidade mínima de jovens necessária: 12
Tempo médio: 60 min

Desenvolvimento:
1ª parte - Após devocionais, disponha o grupo sentado em círculo e separe previamente uma passagem bíblica que só você deverá saber inicialmente, exemplo: filho prodigo, parábola dos dez talentos,  a negação de Pedro, a mulher do fluxo de sangue etc... em seguida faça o sorteio de palavras avulsas da passagem bíblica escolhida de forma que todos sejam sorteados um após outro. Para quem a palavra for sorteada a pessoa deverá explicar o que entende daquela palavra. O dirigente deverá sempre lembrar que as palavras se referem a uma passagem bíblica e que no final servirá de discussão geral trazendo o tema para os dias atuais. Vamos supor que o tema escolhido seja “O filho prodigo” então deverão ser colocadas para o sorteio palavras como: Filho – pai – festa – dinheiro – casa – lar – irmão – amigos, arrependimento – etc, nunca colocar palavras que denunciem rapidamente a qual texto se refere porque o objetivo é fazer que durante as definições de cada palavra o grupo fique forçando sua mente a lembrar da passagem bíblica. Neste caso do exemplo, não deve ser colocada palavra como: pródigo, porcos, herança etc. Poderá até premiar aqueles que descobrirem após lidas e explicadas todas as palavras.

2ª parte – Em seguida o dirigente revela a passagem bíblica, lê o texto e em seguida pede para que o grupo dê sua interpretação trazendo o tema para os dias atuais.

Objetivo: Aprimorar o conhecimento do grupo, criar um ambiente descontraído entre todos e provocar a quebra de timidez de alguns.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Questão de ótica

NUDISMO CRISTÃO?

No Brasil existem muitas pessoas que são adeptas do nudismo. Essas pessoas costumam frequentar praias e locais reservados para a prática no naturismo e lá, sem nenhuma cerimônia, se despem e ficam da forma que vieram ao mundo, daí a expressão “naturistas”.

Aqueles que optam por tirar as roupas alegam sentir-se mais confortável, mais leve e sentir-se mais integrado à natureza. Numa visão cristã, o pecado “rebaixou” a humanidade à necessidade de roupas e é respaldado nesta afirmação que hoje, já existem grupos cristãos que são adeptas deste comportamento em seus retiros, que apesar da sã consciência, preferem o anonimato devido os impactos sociais que isto pode causar.

Pastora de uma igreja Pentecostal reconhecida por seu pseudônimo Marcia, 48 anos, se converteu ao naturismo há três anos, após visitar a Praia Olho de Boi, em Búzios-RJ. A mesma afirmou “ser naturista é estar em contato pleno com o Senhor”. Ela diz que o naturismo não tem conotação sensual quando visto através dos olhos do espírito e sem malícia mas apesar disso lamenta o preconceito que enfrenta. Sua opinião não foi participada aos seus fies por reconhecer que causaria grande rebelião, mas está certa que é tão normal quanto estar socialmente vestida e por esta razão compartilha a palavra de Deus com amigos em recantos de nudismo.

Para a grande maioria dos pastores evangélicos, a ideia é inaceitável e argumentam: “Isso é um escândalo! De fato, embora para alguns seja uma questão de opção e para outros, uma questão de cultura, o comportamento é visto como falta de pudor.

Na idade média o nudismo era punido de forma muito severa pois considerava-se um atentado contra a igreja e contra a sociedade. O ato de cobrir o corpo teve seus primeiros registros na Bíblia desde o Éden, quando o homem após ter pecado percebeu que estava nu e fez para si roupas com folhas de figueiras. Gen. 3:7. É exatamente neste fato que encontramos a maior razão para o uso das vestes através dos tempos, como forma de cobrir a nudez. Nesta ótica, é pertinente afirmar que o motivo número um, das vestes, foi o pecado.  A Bíblia afirma que, todos pecaram e com o pecado veio a vergonha e a necessidade de remissão da alma, do espírito e do corpo. Atrelado a esta necessidade, o corpo humano tornou-se Templo do Espírito Santo para a manifestação da glória e da vontade de Deus, por isso não podemos, expô-lo a depravação como objeto sem valia ou algo para apreciação alheia. O corpo deve está em sintonia com as duas outras partes do homem, a alma e o espírito pois os três se completam e se interligam muito entre si. Logo, tirar a roupa em público demonstra, intrinsicamente, um ato de rebeldia contra o próprio Deus que foi a primeira pessoa a vestir adequadamente o Homem.

O nudismo recomendado

Adeptos cristão do naturismo citam a Bíblia para a prática; “A nudez” não era rejeitada até o Pecado. O naturismo leva as pessoas ao estágio original de inocência e a reviver a Criação, justifica a pastora naturista Márcia. Entretanto a melhor contra argumentação para esta afirmação é que o nu só foi possível enquanto não havia maldade no coração do homem. A partir do pecado, os patriarcas foram ensinados por Deus a se cobrir e a passar este princípio para as gerações. “Provar” o fruto proibido agregou a Adão e Eva a malícia, por isso falta consciência bíblica aos nudistas, apesar do entendimento de que o nu em si não seja pecado mas agride a consciência do próximo e desperta sim, a malícia adormecida.

O pecado levou o homem a cobrir seu corpo e a desnudar seu espírito perante Deus. Esse sim é o nudismo que Deus exige de cada homem, um nudismo que passou a ser necessário devido à queda do homem. Precisamos nos apresentar a Deus despidos de toda ignomínia, orgulho, altivez, egoísmo, soberba. Precisamos tirar as roupas sujas que carregamos sobre a alma desde nossa existência para que, diante de Deus completamente despidos possamos ser revestidos da sua graça, do seu amor e misericórdia para que o nosso interior esteja sempre belo, incorruptível e pronto para a manifestação de sua vontade em nossas vidas.  I Pe 3:4

Clóvis Amaral


Opinião

QUAL FOI A GLÓRIA QUE HERODES NÃO DEU?

Antes de esboçar qualquer argumento em defesa do tema acima exposto, quero trazer à memória do leitor o conceito do verbo “GLORIFICAR”. Este verbo significa: honrar, exaltar, condecorar, enaltecer, elevar, engrandecer, atribuir a glória a alguém, homenagear, além de vários outros significados que poderia aqui ser atribuídos ao verbo. Partindo deste princípio e vislumbrando o seu conceito de forma ampla, podemos compreender que a Glorificação pode ser um ato ou comportamento dirigido tanto a uma divindade como a qualquer outra pessoa. Sendo esta segunda situação o ato de honra e reconhecimento natural entre os homens por suas conquistas alcançadas.

Fica claro que GLORIFICAR, seja lá a quem for, não significa portanto pronunciar as derivações do seu termo em alta voz acompanhado ou não por outras expressões como: “Aleluias, “Louvado seja” etc. A falta deste entendimento é que gera em muitos a glorificação inadequada ou a falsa glorificação expressa com os lábios, motivada simplesmente por situações exteriores.

A este respeito vale salientar o quanto Deus é cuidadoso. Por isso, na esfera espiritual, a GLORIFICAÇÃO deve ser atribuída unicamente a Ele porque somente Ele é digno de toda Honra, toda Glória e todo louvor. É exatamente isto que o próprio Deus expressa em Isaias 42:8, “A minha Glória não divido com outrem” e este mesmo Deus repudia a glorificação daqueles que a fazem apenas com os lábios mantendo os seus corações distantes, conforme Isaias 29:13 “Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me Glorifica, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído”. Esta mesma situação Jesus encontrou entre o Escribas e Fariseus ao ponto de chamá-los de hipócritas conforme Mateus 15:8.

A Glória que Herodes não deu.

O que é mais preocupante em tudo isso não é o fato de glorificarem a Deus apenas com os lábios, fruto de uma emoção ou qualquer outra motivação involuntária, que não seja um espírito quebrantado e contrito. Não os repudio, pois de fato não há pecado algum nisso, entretanto me preocupo quando na égide de justificarem um “Glória a Deus!” em alto e bom som, citam Herodes que foi devorado por bichos pelo fato de não “dar” Glórias a Deus!  Se ao menos parassem para entender o que de fato diz as Escrituras a este respeito e adotassem a atitude de um Bereano, que tudo examinava em matéria de Bíblia, entenderiam as circunstâncias da punição de Herodes que culminou com sua morte conforme Atos 12 :23. “E no mesmo instante feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus, e, comido de bichos, expirou”.

Na época, o Rei Herodes era o governador da Judeia e era um opositor da igreja de Cristo. Ele já havia autorizado a morte de Tiago e em seguida mandou prender a Pedro. Todos esses atos de crueldade e perseguição contra a igreja estava agradando o povo, mas a fugida de Pedro colocou em “xeque” sua autoridade e poder. Foi nesta oportunidade que resolveu resgatar sua autoestima e ganhar de uma vez por toda a confiança dos judeus. Então o rei convocou a todos para uma concentração no palácio real e no dia determinado vestiu suas vestes reais e diante do povo, fez um belo discurso colocando-se no lugar de Deus e atraindo para si a glória que era de Deus. Ele ignorou o seu poder, sua majestade e levou todo o povo a dizer em uma só voz: Esta é a voz de Deus e não a voz de um homem, Atos 12:22. Observe que o povo não estava dizendo que Herodes era um deus e sim o próprio Deus. Essa foi a gota d`agua para o juízo certo contra Herodes e como o próprio Deus já havia dito, Ele não divide sua glória com ninguém. Está bem claro que, o que atraiu o juízo de Deus a Herodes não foi o fato de não ter exclamado: Glória a Deus! Glória a Deus! mas sim, o fato de não ter honrado, exaltado, condecorado, enaltecido, elevado, engrandecido e sobretudo respeitado o nome de Deus através de sua vida e de seus atos. O arrogante e “poderoso” Herodes foi morto humilhantemente pelos menores dos seres, os vermes.

A glorificação em silêncio

Os lábios podem sim, muito dizer sobre Deus para nós mesmos e para os outros. Quando ouvimos nós mesmos num ato de louvor, é como se fosse uma confirmação para alma, sobre nossa crença e nossa fé. Entretanto, não podemos deixar que o emocional dê lugar ao racional compreendendo sempre que, Glorificar a Deus vai muito mais além do que palavras induzidas e repetidas, expressões corporais, o menear dos braços ou qualquer outro ato que apenas justifique ou convença a nós mesmos. O Deus que conhece o coração dos homens e suas intenções quer muito mais que isso, quer um coração adorador, com ações e intenções de adorador.   

·        Deus quer que o glorifiquemos através de nossa rendição a Ele numa vida de total dependência. Gen 2:20
·        Deus quer que o glorifiquemos reconhecendo-o como Deus e criador. Rom 1:21
·        Deus quer que o glorifiquemos dedicando nossos corações unicamente para o seu louvor. Sl 86:12
·        Deus quer que o glorifiquemos através da proclamação de sua palavra através de nossas vidas II Tess 3:1

Clóvis Amaral


terça-feira, 13 de janeiro de 2015


 














Pantomima: Fantoche apresentada por Adolescentes
da Igreja Batista em Itapuã - Salvador - BA
Direção: casal Clóvis e Gilda
PRESSA

Vou com pressa
e tão depressa descubro
que não precisa pressa para ir.
Porque a pressa
me faz depressa pensar
que posso pecar
no detalhe, na perfeição.
Então,
depressa eu paro
e volto ao ponto de partida
para de novo recomeçar
agora, sem pressa de ir...


Clóvis Amaral
Alma de mulher

Na íngreme estrada
que a vida lhe propôs ela vai...
...às vezes sem pressa
ou mesmo depressa,
assim ela vai.
Defender o seu pão,
seu pedaço de chão,
a prole exaurida
por terna permissão.

...Ela vai
não apenas por ir
mas, por uma causa maior,
um dever a cumprir.
Conquistar seus espaços,
a honra, o respeito
e romper os limites
que o próprio “ eu”  lhe impôs.

Ela vai...
...movida de intensa fé,
deixando em suas  pegadas,
as marcas da bravura sem forças
que há na alma de uma mulher.


Clóvis Amaral

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Teatro: Como é a sua alma?" Parte 1

Ministério de Artes cênicas da Igreja Batista em Itapuã: Mãos que glorificam
Encenando a peça: "A criação"

terça-feira, 28 de maio de 2013















Pantomima: Domínio
Apresentada no culto de encerramento do mês da família no Templo Batista Itapuã
Em 27/05/2013

terça-feira, 7 de maio de 2013


Simplesmente MÃE!

Passos curtos e rastejantes

quebram o silêncio da noite
no imenso vazio da casa...

...e um facho de luz
da porta entreaberta
desvenda o semblante opaco,
os olhos em lágrimas de uma mulher.
Que detida em seu eu,
se esquece por um momento
da missão que dignamente cumpriu.

Mas o próprio silêncio
que lhe faz companhia,
sussurra baixinho num monólogo sem fala
fazendo-a recordar:

- Mãe...mãe...!
Você não se lembra
das vezes em que chorastes
com o olhar já sem brilho,
quando vias no filho o perigo chegar?!
Era uma tosse incessante,
ou um estado febril,
um cansaço constante ou até mesmo o frio.
Eras tão insegura na fragilidade de mãe
que o temor e a tristeza não podias conter,
pois desejavas no filho, a saúde, o sorriso
para vê-lo tranqüilo viver e crescer.

Quantas vezes o teu colo foi leito,
travesseiro o teu peito, pra quem veio de ti.
Tu cantavas cantigas e ninavas contente
pra que o ser inocente pudesse dormir!
Sacrificastes teu sono em noites perdidas,
pra o materno dever fielmente cumprir
quando a criança no berço
sem consôlo chorava
mas com a tua presença voltava a sorrir.

- Mãe... fostes protetora em noites escuras
quando em meio às agruras estavas ali.

-Agora, sentes
que o tempo tão depressa passou.
Porque as forças te faltam,
porque os ombros pesam sobre teu corpo
e teus olhos ofuscam as coisas que se vêem,

Mas nada apagará  teu brilho,
o inestimável valor de mãe.
Porque és consolo na aflição,
luz na desesperança,
força na derrota,
piedade e compaixão...

Quem perde uma mãe,
perde um peito onde reclinar a cabeça,
uma mão que guia e abençoa,
um olho que protege,
perde a luz, a direção...

Nesta introspecção
e neste doce enlevo d’alma,
o orgulho conteu suas lágrimas
e a noite tão depressa se foi.
A luz dissipou as trevas
revelando que já é dia,
o reinício da jornada
da dura vida de mãe!

Mas agora...
no peito leva a certeza,
que no coração há nobreza,
fruto de uma missão,
da missão de ser
não apenas mulher
mas sobretudo a coragem de ser
simplesmente MÃE!

Clóvis Amaral

TÍTULO: CHUVA, RIOS E VENTOS.

TEXTO: Mat. 7: 24-27

INTRODUÇÃO: Estes termos são bem presentes em nossa vida diária e aplicado à vida familiar eles fazem muito sentido. Estas expressões: chuva, rios e ventos, Cristo utilizou se referindo a casa construída na rocha e na areia. Ambas sofrem a ação desses elementos, mas apenas uma subsiste. O prudente é aquele que edifica sobre a rocha e o insensato o que edifica sobre a areia. O que significa chuva, rios e ventos? Significa que, o problema vem de cima, vem de baixo e pelos lados.
CHUVA - São as aflições momentâneas como chuvas de verão, que chegam sem que estejamos preparados. Essas sempre nos pegam desprevenidos.
RIOS - São as aflições que nos atacam por baixo e afeta nossa estrutura, a base: família, empego, vida social, etc.. Como os rios que enchem de baixo para cima juntamente com seus AFLUENTES.
VENTOS - São as tentações e os ataques do inimigo que lança suas flechas para nos atingir. Este muitas vezes usa pessoas do nosso convívio, que está ao nosso lado, dentro de nossa casa, nossas amizades, são os ventos.

Várias famílias na Bíblia passaram pela chuva rios e ventos
1. A família de Lázaro – João 11.1-45
2. A família de Jairo – Lc. 8.40-56
3. A família da viúva de Naim – Lc. 7.11-17
4. A família de Jacó, Abrão, Jó e tantas outras.

TESE: COMO PASSAR PELA CHUVA, RIOS E VENTOS DA VIDA E MANTER-SE FIRME?

1. SENDO UM CONSTRUTOR PRUDENTE
Mat. 7:24
Cristo é a Rocha – I Pe 2:6,7; I Co 10:4


2. FORTALECENDO DIA A DIA OS LAÇOS FAMILIARES
Na cabeça de muitos filhos e pais o lar não passa de: um hotel, onde os membros se encontram apenas para passar uma temporada, se alimentar e dormir; um posto de gasolina aonde só vai para trocar o óleo: um campo de batalha, onde os membros se unem para guerrearem; uma sala de meditação transcendental, onde não se faz nada só relaxam e ficam fora de área.
O conceito de famílias se perdeu em várias casas, falta: companheirismo, amor, comunhão compartilhamento, harmonia...

3. NÃO DAR BRECHA PARA O INIMIGO
A) A primeira família Adão e Eva, caiu por que deu brecha para o inimigo Gen. 3:1-6
Vs 1-5 – A mulher dar ouvido a Satanás
V. 6 – Deixar se levar pelo que o mundo oferece
V. 6b – influenciou negativamente os membros da família
V.7 – Esconderam de Deus os seus erros

B) Adubar o terreno de sua casa para a plantação do inimigo: egoísmo, ressentimentos, ausência de perdão, mágoas, lembranças do passado, impurezas, lascívia, infidelidade, frieza espiritual, mundanismo – tudo isso está dentro das nossas casas;

4. NUNCA DEIXAR JESUS DE FORA DE SUA FAMÍLIA
Ilustração prática
Quando Jesus está em casa – Há cura em casa
Quando Jesus está em casa – Há alegria em casa – Festa Caná da Galileia
Quando Jesus está em casa – Há suprimentos
Quando Jesus está em casa – Há paz, há vida, há salvação.

CONCLUSÃO: Todas as famílias são atacadas diariamente pelas chuvas, rios e ventos da vida, que todos esses elementos juntos formam as famosas tempestades. Mas a diferença entre uma família e outra está exatamente em seu alicerce. Aquela que estiver alicerçada na Rocha que é Jesus passará facilmente por essas tempestades e se manterá firma, mas a que estiver alicerçada na areia certamente cairá.

terça-feira, 16 de abril de 2013


PRÁ QUEM VOCÊ DAR SINAL VERDE?
(Adaptação de um quadro de programa de TV)

Modalidade: Dinâmica
Quantidade mínima de jovens necessária: Não tem limite
Tempo médio: Variável

Desenvolvimento:
O facilitador preparará com antecedência em média 12 círculos com 15cm de diâmetro confeccionados com papel guache vermelho e verde, de forma que, de um lado seja verde e do outro vermelho. Na face verde deve ser escrito em cada círculo um tema como: Drogas, homofobia, ecumenismo, aborto, dízimo, oração, divórcio, masturbação etc... Estes círculos deverão ser fixados em um quadro negro ou lousa de forma que a face vermelha fique a mostra e a face com os temas oculta. Em seguida, o facilitador convidará voluntários para ir a frente e escolher um círculo, quando na ocasião deverá dizer se “dar ou não sinal verde” para aquele assunto, ou seja, se concorda ou não com aquilo. Cada componente  deverá explicar sua decisão. Se for dado sinal verde, o facilitador deverá virar o circulo fixando-o ao contrário de forma que a face verde fique a mostra.

Objetivo: Causar um ambiente descontraído em que todo o grupo seja envolvido, provocar a participação de todos com opiniões diversas e despertar o interesse  dos jovens para assuntos polêmicos verificando o nível de maturidade e conhecimento sobre os assuntos.

Dicas: É imprescindível o preparo prévio do facilitador, para que, com carinho se instrua corretamente os jovens não permitindo pontos de vistas contrários à fé cristã ainda que incialmente seja esta a posição de alguns na hora de revelar o tema escolhido no círculo.  

segunda-feira, 15 de abril de 2013


BOMBA NAS MÃOS

Modalidade: fórum de discussão
Quantidade mínima de jovens necessária: 12
Tempo médio: 30 min

Desenvolvimento:
Dispor o grupo em círculo, ler uma passagem bíblica pertinente ao assunto escolhido e em seguida revelar a bomba que a equipe tem para desativar. A bomba é um tema polêmico que será exposto ao grupo pelo facilitador como por exemplo: A igreja contemporânea e a música secular, qual sua opnião?; cultura e fé - ele pode mas eu não posso (fumo, álcool, piercings, tatuagens etc). Pirataria, onde estou pecando? Opção sexual a luz da ciência e da Bíblia;

Considerações:
·         O facilitador deverá preparar-se antecipadamente com relação ao tema que ele escolher como “bomba” a fim de ajudar a equipe quando surgir argumentos contrários a palavra, duvidosos ou heréticos.

Objetivo: Esclarecer e despertar os jovens para temas tão atuais mais que a igreja prefere mantê-los no baú. 

COMPARTILHANDO OS PROBLEMAS

Modalidade: dinâmica
Quantidade mínima de jovens necessária: 12
Tempo médio: 30 min

Desenvolvimento:
Dispor o grupo sentado em círculo e pedir para que cada um leia versículos bíblicos de ajuda mútua, amizade e oração. O facilitador pode levar os versículos pré definidos, exemplos, Ti 5:16, Prov 17:17, Mt 25:40, Ti 5:15, entre outros. Em seguida, o facilitador entregará a cada participante meia folha de papel e um lápis onde cada um escreverá uma situação difícil que está vivendo, podendo ser no relacionamento com o namorado(a), na família, na igreja, na escola, no trabalho, autoestima, etc...pedir para que não olhem para o colega ao lado e não coloquem seus nomes. O facilitador recolhe e redistribui de forma que a pessoa que escreveu não poderá receber o seu próprio papel devendo informar caso isso aconteça para nova redistribuição.

Feito isso, o facilitador pede para que cada um leia o problemas que se encontra em suas mãos e informe à luz da palavra de  Deus uma solução possível. O grupo poderá discutir e ajudar.

A dinâmica é finalizada com uma oração pelos problemas e dificuldades de cada um

Objetivo: Compartilhar os problemas um com os outros a fim de encontrar soluções sem necessidade de se identificar. Muitas vezes nós mesmos não conseguimos enxergar uma saída para nossos problemas mas, nas mãos de uma outra pessoa uma solução é melhor direcionada.